Passear

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Casa da Maio, ou do Bóris, ou de quem quer que seja na altura, a famosa número 10 de Downing Street é a residência oficial do primeiro-ministro inglês. Não é possível entrar mesmo na rua uma vez que o acesso está bloqueado e super vigiado mas dá para ter um vislumbre do sítio que aparece sempre que há alguma comunicação oficial de primeiros-ministros.

Barbican

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Provavelmente o sítio mais complicado de explicar em Londres é o Barbican. Talvez por isso seja um dos sítios mais polarizador da cidade: ou se ama ou se odeia o Barbican. De forma bastante simplista, o Barbican é um complexo bastante grande no meio da cidade com um tipo de arquitetura brutalista, que engloba diversas coisas: teatros, cinemas, restaurantes, orquestras, residências, estufa (Barbican Conservatory), etc. O Museu de Londres estava aqui instalado mas fechou em 2022 para se mudar para um novo espaço em West Smithfield.

É todo um mundo de cimento e um labirinto fascinante por si só. É algo realmente diferente do resto da cidade por isso talvez valha a pena a visita por si só. É um bom sítio para passear e tem bastantes zonas de lazer.

Barbican Conservatory

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Não há melhor personificação do termos “selva urbana” do que o Barbican Conservatory. É uma estufa gigante, enquadrada de forma mais ou menos desorganizada com o esqueleto de alguns edifícios do Barbican. É um sítio fascinante com muito para ver e recomendamos totalmente. Tem uma seção de cactos e plantas do deserto e pequenos lagos com peixes e um com tartarugas. Atenção aos horários porque poderá não estar aberto todos os dias por isso convém planear a visita - Horários

Big Ben

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O símbolo da cidade de Londres é sem dúvida o Big Ben. O relógio mais famoso do mundo esteve em obras entre 2017 e 2022 mas já voltou ao esplendor total após uma restauração profunda da Torre Elizabeth. A Westminster Bridge é o sítio clássico para a fotografia — com o Big Ben, o Parlamento e o Tamisa todos no mesmo enquadramento. É possível entrar na torre com uma visita guiada (£55, 334 degraus, sem máquina fotográfica), mas os bilhetes são libertados apenas na segunda quarta-feira de cada mês às 10h para datas três meses à frente, e esgotam em minutos. Reservar em parliament.uk.

Borough Market

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O melhor risotto de cogumelos encontra-se aqui. Agradeçam-me depois.

O Borough Market é um dos mercado mais antigos da cidade e é todo um labirinto de sítios bons para comer e comprar frescos. A variedade é grande e por vezes pode ser bastante concorrido. Fecha ao fim do dia mas é um ótimo sítio para almoçar. Fica a 5 minutos do trabalho da Marta por isso é avisar :P

A biblioteca nacional do Reino Unido é o maior edifício público construído no país no século XX. A entrada é grátis e, mesmo sem ser para estudar, há bastante que ver. O destaque é a Treasures Gallery: uma sala com mais de 200 peças originais impressionantes — a Magna Carta, uma Bíblia de Gutenberg, cadernos do Leonardo da Vinci, o First Folio de Shakespeare, manuscritos originais dos Beatles e por aí fora. Por si só já justifica a ida.

Mas vale a pena dar uma volta pelo resto. No centro do átrio está a King’s Library, uma torre de vidro e bronze com seis andares de altura cheia dos 65 mil volumes que pertenceram ao rei Geroge III — é o coração do edifício e fica logo à entrada. Junto à entrada há também uma exposição permanente da coleção de selos, montada em painéis que se puxam para fora como gavetas. E a própria arquitetura do edifício, em tijolo, vale o olhar.

Aberta todos os dias, com horário alargado até às 20h de segunda a quinta. Fica mesmo ao lado de King’s Cross e da St Pancras, por isso encaixa bem num passeio por essa zona.

British Museum

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O British Museum é um museu no centro da cidade com entrada grátis e que tem uma coleção de cerca de 8 milhões de trabalhos e artefactos. Documenta vários países e culturas ao longo de imensas gerações, desde os tempos antigos até aos dias de hoje. Muito rico mesmo em culturas egípcia, grega e romana uma vez que a maior parte das peças foram trazidas/roubadas pelos ingleses durante a época do Império Britânico. O edifício em si também é bastante icónico — o Grande Átrio tem um telhado de vidro espetacular desenhado pelo Norman Foster, e no centro está a famosa Reading Room, uma sala circular com uma cúpula azul onde Marx, Darwin e Dickens trabalharam. Reabriu ao público em 2024 e a entrada é grátis.

Cahoots

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Bar de cocktails dos anos 40’s. Não vou dar muitos detalhes para não spoilar nada mas é um sítio incrível. Dá para reservar entrada online mas se for pouca gente normalmente há lugar apenas chegando lá. A entrada está bastante escondida. Sigam o GPS e vejam uma placa num dos corredores da praça que diz “To The Trains”. Costuma ter alguém cá fora para tratar das entradas.

As Casas do Parlamento é o lugar onde o Parlamento britânico funciona desde o século XI — a Casa dos Comuns e a Casa dos Lordes, com o Big Ben a fechar o conjunto. O Westminster Hall, a parte mais antiga do edifício (1097), tem entrada gratuita e vale a pena só por causa do teto — uma das maiores estruturas medievais de madeira do mundo, completamente intacta.

Para ver o interior a fundo há tours guiadas e self-guided com audioguia, disponíveis aos sábados durante todo o ano e nos dias úteis na Páscoa e em agosto e setembro. O audioguia custa £31 por adulto (uma criança incluída), a tour guiada £40. Reservar em tickets.parliament.uk.

A catedral mais icónica de Londres, com a sua enorme cúpula com mais de 300 anos. O interior é deslumbrante e vale bem a visita, mas o melhor é a subida à cúpula: começa na Whispering Gallery (257 degraus), onde um sussurro encostado à parede se ouve do outro lado, e continua até à Golden Gallery (528 degraus no total), com uma vista incrível sobre a cidade. Não é para quem tem problemas de joelhos.

A entrada custa £27 por adulto e inclui o chão da catedral, a cripta, as galerias da cúpula e um audioguia; compra os bilhetes online, costuma ser mais barato do que à porta. Se não quiseres pagar, podes entrar de graça assistindo a um serviço religioso — o melhor é o Choral Evensong, com o coro da catedral, de segunda a sábado às 17h e ao domingo às 15h, e dura cerca de 45 minutos. A contrapartida é que estás lá para o serviço, não para passear à vontade nem subir à cúpula. Aberta para visitas de segunda a sábado (fecha aos domingos, que são reservados para os serviços religiosos), com última entrada por volta das 16h. Fica a um curto passeio da Millennium Bridge, do One New Change e, do outro lado do rio, do Tate Modern.

Chinatown Bakery

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Pastelaria no meio da Chinatown, em Soho. Recomendo pedir os peixinhos (não fica nada caro) - há de diferentes tipos mas são todos bons, simples ou com recheio. Eles não aceitam cartão por isso tenham dinheiro à mão.

Pub surreal, com a fachada repleta de flores. Na altura do natal a fachada é revestida de pequenos pinheirinhos. O interior é também muito engraçado, atulhado de referências a Churchill. Se não quiserem consumir nada é ok entrar para ver o sítio.

Este é capaz de ser o mercado mais adorável de Londres. É o mercado das flores e consiste numa série de barraquinhas ao longo da Columbia Road. Tem imensa variadade de flores, plantas, ramos, tudo e os feirantes regateiam e tentam chamar o pessoal, é muito engraçado. A zona em si também tem muitos sítios giros - cafés cheios de plantas, lojas fofas de vasos, etc. Acontece apenas aos domingos das 8h às 15h.

Uma das zonas mais animadas do centro, com a sua praça, o mercado coberto e imensas lojas e restaurantes à volta. O grande destaque são os artistas de rua, que aqui não são buskers ao calhas — há um programa de audições, por isso o nível é genuinamente bom. Os números maiores (malabarismo, magia, comédia) acontecem na West Piazza, e há música clássica e ópera no pátio mais abaixo. Os espetáculos começam por volta das 11h e vale a pena chegar uns minutos antes para apanhar bom lugar, sobretudo ao fim de semana.

Dentro do mercado, o Apple Market tem bancas de artesanato, joalharia e velharias. Fica a dois passos de Neal’s Yard e da Leicester Square, por isso dá para juntar tudo num passeio. Se quiseres comer por perto, o Seven Dials Market é a melhor opção de street food da zona.

Dishoom

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Restaurante indiano inspirado nos antigos cafés iranianos de Bombaim, com uma decoração linda e comida muito boa. É popularíssimo e merecidamente. O prato lendário é o bacon naan roll, servido só ao pequeno-almoço — bacon fumado dentro de um naan acabado de fazer, com cream cheese e doce de tomate picante. É a razão pela qual há gente em fila antes de abrir. Para o almoço ou jantar, os pratos de destaque são a House Black Daal (lentilhas cozinhadas durante 24 horas, cremosas e o ex-líbris da casa), o Chicken Ruby e o Lamb Raan.

Há várias localizações em Londres, sendo a de King’s Cross uma das mais bonitas. Dá para reservar a qualquer altura, incluindo ao pequeno-almoço, e é o que recomendamos para não andar à espera — guardam a maior parte das mesas para walk-ins, mas ao fim de semana a fila pode ser de 30 a 60 minutos. O pequeno-almoço é servido até às 11h45.

Fabrique

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Duas palavras: Cinnamon Bun. Estes docinhos de canela são de chorar de tão bons que são. São um doce tipicamente sueco e estão muito bem representados nesta pastelaria. Existem alguns estabelecimentos em mais partes da cidade mas o que conhecemos é o de Covent Garden, ou seja, mesmo no centro da cidade.

Hamleys

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Icónica loja de brinquedos no meio de Regent Street que abriu em 1760!!! Costuma ter sempre empregados à porta vestidos de personagens de desenhos animados. Mesmo dentro da loja há sempre empregados e mostrar alguns brinquedos em destaque, desde magia a aviões (cuidado com a cabeça :D). Tem 7 andares cada um deles com um tema diferente. O mais “adulto” é o -1. Os temas principais são Harry Potter e Star Wars.

Um dos parques mais fofos da cidade. Tem uma área bastante extensa e é conhecido por duas coisas. A primeira é ter piscinas fluviais em que dá para nadar. Chega mesmo a ter uma piscina para homens, outra para mulheres e a terceira é mista. A segunda característica é ter os pontos mais altos da cidade de Londres, o que significa que tem vistas sobre a cidade. O ponto mais conhecido é talvez o Parliament Hill Viewpoint. Bom sítio para picnics e passeio.

House of MinaLima

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Loja criada por um duo de designers gráficos, que trabalharam para os filmes do Harry Potter. Para os fãs da saga é um sítio de passagem obrigatória. Fica mesmo por trás do teatro onde a peça do Harry Potter passa - Palace Theater.

Chocolataria italiana em Soho. Costuma ser movimentado mas o chocolate quente é obrigatório.

Kew Gardens

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Os jardins botânicos reais de Londres, com mais de 250 anos e Património da Humanidade pela UNESCO. É um sítio enorme onde se passa facilmente um dia inteiro. Há estufa tropicais gigantes (a Palm House e a Temperate House, a maior estufa vitoriana do mundo), uma passagem elevada pelas copas das árvores (Treetop Walkway), muitos jardins diferentes. Destaque também para a Marianne North Gallery — um edifício vitoriano cujas paredes estão completamente cobertas por mais de 800 pinturas de flores, paisagens e animais feitas pela própria Marianne North durante as suas viagens pelo mundo no século XIX.

A entrada custa cerca de £20-22 por adulto (mais barato online do que à porta) e os horários variam com a estação — no verão abre até às 19h-20h, no inverno fecha por volta das 16h. A primavera é a melhor época para visitar, com florestas de cerejeiras em flor e campainhas azuis pelo chão.

King's Cross

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Estação de comboios que fica mesmo ao lado de outra maior - St. Pancras. Embora o edifício não seja tão fascinante como o edifício vizinho, o que traz pessoas a esta estação para efeitos turísticos é, maioritariamente, o facto de ser aqui que está situada a famosa plataforma 9 3/4 da série de livros Harry Potter. É mais ou menos fácil de descobrir porque tem sempre uma multidão à volta para tirar fotos. Tem mesmo um carrinho para levar malas e a gaiola da coruja como se estivessem a meio da parede e tem lá pessoal a emprestar cachecóis do livro e a tirar fotos para depois, claro, as vender :D A melhor coisa a fazer para quem quer tirar foto é pedir a alguém para tirar uma foto sua para depois não ter de comprar as que eles estão a vender £££. As fotos são postas à venda na loja de merchandise do Harry Potter que está logo a seguir à plataforma por isso é fácil de ver. A loja em si é engraçada a nível de decoração mesmo que não se vá comprar nada.

Kissaten

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O Kissaten é um sítio curioso. Encontra-se no pequeno espaço de uma antiga lavandaria, e divide a renda com um sítio de karaoke, na sala do fundo. A maior coisa a experimentar é o chamado “bubble tea”. O bubble tea, embora pouco conhecido em Portugal, faz bastante furor em Londres. É uma bebida originária de Taiwan que contém pequenas bolas de tapioca. É muito bom de beber e, embora haja bastantes sítio de bubble tea em Londres, este é o que recomendamos! Em dúvida no que pedir é só perguntar a quem estiver a atender e eles ajudam.

Leadenhall Market

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Uma das duas localizações onde foi filmada a famosa Diagon Alley do Harry Potter. É um pequeno mercado em que o que importa não são as lojas mas a arquitectura. São arcadas muito bonitas, coloridas e trabalhadas que valem a pena o desvio.

Lego Store

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A maior loja de LEGO do mundo fica em Leicester Square, tem dois andares e é genuinamente impressionante mesmo para quem não é fã de LEGO. Tem modelos em tamanho real feitos inteiramente de peças — um Big Ben e um autocarro londrino de dois andares, entre outros — e duas experiências pagas: o Mosaic Maker, que transforma uma fotografia tua num mosaico de LEGO, e a Minifigure Factory, onde se cria e imprime uma minifigura personalizada. Abre de segunda a sábado das 10h às 22h e ao domingo das 12h às 18h.

A praça no coração do West End, rodeada de cinemas, teatros e restaurantes. É uma zona turística assumida mas vale a pena passar por lá — no jardim central há estátuas de Shakespeare, Charlie Chaplin, Harry Potter, Mary Poppins e Paddington, entre outros. É também onde acontecem a maior parte das estreias de filmes em Londres, no ODEON ali mesmo na praça. Costuma ter vários artistas de rua, e num dos cantos da praça há um carrilhão suíço com 27 sinos e figuras animadas que toca várias vezes por dia.

Mesmo ao lado ficam a Lego Store, os M&Ms World e a National Portrait Gallery.

Liberty

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Shopping bastante fancy e antigo. O shopping por fora parece um chalet gigante da Suíça e por dentro é tipo um corte inglês mas muito mais giro. A estrutura é toda em madeira e tem vários andares com diferentes secções. Recomendo o 4º andar, secção de tapetes e carpetes, é lindíssimo!

M&M's World

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Esta loja é o sonho para qualquer pessoa que goste de M&M’s. É a maior loja de doces do mundo e tem 4 andares repletos de tudo o que se possa pensar de M&M’s. A variedade de cores é ENORME e tem merchandise de todo o tipo. Tem saquinhos que podem ser enchidos com diferentes tipos de M&M’s. Costuma ter bastante gente!

Pequena galeria de arte moderna, numa transversal da Regent Street. A fachada vai mudando e costuma ser concorrida para fotos do instagram. A entrada é grátis e o espaço pequeno - tem um o rés-do-chão e cave. Vale a pena ver porque os quadros também vão mudando e são todos de artistas contemporâneos (Banksy, Keith Haring, Damien Hirst, etc.). Como todas as obras estão para venda dá para ver o preço de cada o que por si só é toda uma experiência £££.

Maltby Street Market

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Mercado pequeno e fofo quase totalmente dedicado a comida de rua. Não é muito conhecido por isso em princípio não estará cheio de turistas. Tem uma boa variedade e para além das barraquinhas de rua, tem também pequenos estabelecimentos nos arcos da linha de comboio.

Irmão mais novo do mítico Mercato Metropolitano, este sítio não podia ser mais diferente do seu antecessor. Em vez de ser ao ar livre, situa-se no interior de uma igreja imponente restaurada e aproveitada para o efeito. Lá dentro, há imensas opções de comidas e sobremesas. Vale a pena pela experiência em si.

Mercato Metropolitano

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Mercado de street food, tem parte interior e exterior. É bastante espaçoso e oferece uma boa seleção de comida italiana (e não só!), de cocktails e cervejas.

Ponte unicamente pedonal que liga a catedral de St. Paul’s (margem norte) e o Tate Modern (margem sul). Foi inaugurada no ao 2000 e tem um design bastante moderno. As vistas são incríveis de dia mas especialmente à noite. Está perfeitamente alinhada com a cúpula da catedral, o que dá um efeito engraçado.

Milroy’s é uma loja de whisky que à partida passa bastante despercebida. Para os apreciadores, é um sítio interessante onde se podem pedir provas e recomendações e comprar algumas garrafas. O espaço é bastante discreto e pequeno mas cheio de personalidade. Este sítio tem, contudo, uma pequena surpresa que não é conhecida por muita gente. Trata-se de um bar escondido, por detrás de uma estante insuspeita.

Situa-se no quarteirão dos museus, junto com o Museu de História Natural e o V&A. Pessoalmente, achamos que para o tema, o museu deixa um pouco a desejar, podia estar mais bem conseguido. Contudo, não deixa de ver interessante e é mais um museu bastante rico e completo na cidade que tem entrada gratuita.

Provavelmente o museu mais conhecido de Londres é o Museu de História Natural. Fica situado no quarteirão dos museus e é sem dúvida o mais inpressionante. A entrada, como em quase todos os museus em Londres, é grátis e tem imeeeenso para ver. Desde rochas, origens da vida e da terra, dinossaouros, insectos, fósseis, etc. É muito fácil passar o dia todo neste museu, uma vez que há tanto para ver. Durante o fim-de-semana costuma haver filas por isso se der para visitar durante a semana será o melhor.

A maior galeria de arte do país fica em Trafalgar Square e tem uma coleção de mais de 2300 pinturas que abrange 700 anos de arte europeia ocidental — dos primitivos flamengos até ao pós-impressionismo. Entrada gratuita, excepto algumas exposições temporárias.

O museu é enorme e impossível de ver tudo de uma vez; vale mais concentrar em algumas salas do que tentar percorrer tudo. O museu tem uma lista de clássicos a não perder que vale a pena consultar antes de ir. Fica lotado ao fim de semana à tarde e no verão; de manhã a meio da semana ou à sexta depois das 17h é muito mais calmo — e à sexta fecha às 21h em vez das 18h habituais. Dá para reservar entrada grátis online, o que é recomendado nas épocas mais concorridas.

Fica mesmo ao lado da National Gallery, em St Martin’s Place, e é completamente diferente: aqui a coleção é toda de retratos de britânicos famosos — reis, escritores, cientistas, músicos — organizados cronologicamente desde o século XVI até aos dias de hoje. É uma forma surpreendentemente boa de perceber a história do país. Reabriu em junho de 2023 após três anos de renovação, com um espaço consideravelmente maior e uma nova entrada com portas de bronze desenhadas por Tracey Emin — três portas cobertas de 45 retratos femininos desenhados à mão pela artista, como resposta à sub-representação de mulheres na coleção histórica do museu. As marcas dos dedos dela ficaram visíveis no bronze. Entrada gratuita; exposições temporárias são pagas.

Se o tempo for curto, o andar 0 tem uma galeria de fotografia, que já dá uma boa ideia do museu. Abre às 10h30 todos os dias, fecha às 18h de domingo a quinta e às 21h às sextas e sábados.

Recanto escondido não muito longe de Convent Garden, Neal’s Yard é uma pequena praça aberta rodeada de casas coloridas. Vale muito a pena o saltinho se estiverem por perto - é um sítio muito acolhedor e diferente.

Notting Hill é possivelmente a zona mais fotogénica de Londres. Foi aqui que foi filmado o filme com o mesmo nome e é também super movimentado aos sábados, quando acontece o mercado de Portobello. As casas cor de pastel são das coisas mais fofas de sempre. Nem que não seja em dia de mercado, vale a pena visitar a zona para ver as casas coloridas.

O One New Change é um shopping genérico sem nada de especial à partida. O que muita gente não sabe é que tem uma das melhores vistas sobre a catedral de St. Paul’s que se pode ter. De acesso gratuito, o terraço do shooping fica situado no 6º andar. É só usar o elevador e aproveitar a vista.

Palace Theater

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Um dos muitos teatros que se encontram no centro de Londres. Este em especial, é de interessa para os fãs da saga “Harry Potter”, uma vez que é onde passa a peça. O exterior é bonito e imponente, principalmente de noite.

Melhor. Restaurante. Italiano. De. Sempre.
É mesmo uma pérola escondida na zona de Portobello. Não esperem encontrar pizzas neste sítio, tem só mesmo pratos mais desconhecidos mas autênticos que são uma verdadeira delícia. Já repetimos este sítio imensas vezes e nunca é mau! Desde a bomba di buffala ao gnochi, é tudo incrível. Tudo é fresco e preparado na hora e os preços são bastante em conta para a qualidade. Os empregados são muito fofos também! Em dia de feira de Portobello (sábados) não é possível reservar mesa mas vale a pena tentar ir e arranjar lugar.

Um dos grandes parques reais de Londres, mais cuidado e ajardinado do que o Hampstead Heath ou o Richmond Park. O destaque são os Queen Mary’s Gardens, com a maior coleção de rosas da cidade — mais de 12 mil roseiras que ficam absurdas em junho e julho, com o parque todo a cheirar a rosas. Há ainda um pequeno jardim japonês com uma cascata escondido numa ilha no lago, que custa um bocado a encontrar mas vale a procura.

No verão funciona o Open Air Theatre, o teatro ao ar livre mais antigo do país, com espetáculos de maio a setembro. No limite norte do parque fica o ZSL London Zoo. E mesmo ao lado, a norte, está a Primrose Hill — uma colina fácil de subir com uma das melhores vistas panorâmicas sobre a cidade, especialmente ao pôr do sol.

O Richmond Park encontra-se na zona oeste da cidade de Londres e é um parque surpreendente pela sua fauna. Situando-se relativamente perto da área mais cosmopolita de Londres, é possível ver veados a passear nos campos. É preciso um bocado de cuidado e tentar observá-los mais de longe. Embora os veados estejam habituados à presença de pessoas, não lidam muito bem com tentativas de aproximação. O parque em si é enorme, há imenso por explorar. Tem ligação directa da nossa casa em Stratford, embora a viagem seja um pouco longa mas poderá valer a pena juntar a visita aos Kew Gardens, que são mesmo ao lado.

Um dos melhores rooftops de Londres fica mesmo do outro lado da estrada da nossa casa (também temos vista priveligiada sobre ela da nossa varanda). Situa-se no topo do shopping Stratford Center e é um antigo parque de estacionamento transformado em rooftop com bar, cinema, comidas, jogos variados, enfim tudo e mais alguma coisa. A entrada é grátis e para lá chegar é só subir o elevador que está dentro do shopping.

A Royal Academy of Arts, ou RA, como é mais conhecido, trata-se de uma grande galeria de arte mesmo no coração de Londres. Foi fundada em 1768 por artistas e arquitectos conhecidos da altura. Como na maioria dos museus na cidade, a entrada no RA é gratuita, apenas sendo pagas algumas eposições temporárias.

Sala de espetáculos mesmo junto a um dos lados do Hyde Park. Tem o memorial ao Príncipe Alberto em frente, lindíssimo, a olhar para o edifício — foi mandado construir pela Rainha Vitória em honra do marido.

Santa Nata

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Para matar a saudade de uma boa nata, visitar o Santa Nata. Situado em Covent Garden, mas também noutros pontos da cidade, é um espaço pequeno que só tem lugar sentado ao balcão. As natas são feitas na hora e são muito muito boas!

Seven Dials Market

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Um mercado de street food coberto, de dois andares, mesmo ao lado de Covent Garden. Junta mais de 20 bancas debaixo do mesmo teto, com mesas comuns onde cada um pede o que quer e come tudo junto. Há de tudo — hambúrgueres, tacos, pizza, sobremesas — e uma das bancas, a Pick & Cheese, tem um tapete rolante de queijos, estilo sushi.

Fica concorrido às horas de refeição, sobretudo ao fim de semana, mas o espaço é grande. Aberto de segunda a sábado das 11h às 23h e ao domingo das 12h às 22h30.

Shard

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É facilmente o edifício da cidade com mais impacto. Trata-se de uma pirâmide de vidro com 87 andares e é o edifício mais alto do Reino Unido. É uma presença constante na paisagem da cidade devido ao seu tamanho. Lá dentro, há um hospital, hotéis, restaurantes, escritórios e bares. Nós ainda não vistiámos por dentro mas é possível comprar entrada, ou ter a vista visitando um dos bares e pedindo um cocktail. Pelo que sabemos, acaba por compensar a nível de preço.

Este é um museu completamente diferente de tudo o resto em Londres. Sir John Soane foi um arquitecto famoso do século XVIII e esta era a sua casa — uma casa que ele foi enchendo, ao longo de toda a sua vida, com uma quantidade absurda de antiguidades, quadros, esculturas, desenhos e curiosidades de todo o tipo. Quando morreu, deixou o sítio exactamente como estava para que qualquer pessoa o pudesse visitar. O resultado é um labirinto de divisões abarrotadas, com painéis que se abrem para revelar quadros escondidos por trás e um sarcófago egípcio no piso de baixo. A entrada é gratuita mas o espaço é pequeno e muito popular, por isso é normal haver fila lá fora — vale a pena chegar cedo.

Soho Square

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Pequeno jardim meio escondido perto da confusão que é a rua de Oxford Street. Canto fofinho em que, se estiver sol, costuma ver-se imensa gente das empresas à volta a almoçar ou descansar.

St. Dunstan in the East

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Este cantinho curioso de Londres é das melhores pérolas que vimos até agora. Trata-se de uma igreja que sobreviveu ao Grande Fogo de Londres mas foi gravemente danificada pelos bombardeamentos do Blitz durante a 2ª Guerra Mundial. O custo da reconstrução era muito elevado por isso foi decidido transformar o que restava deste sítio num jardim público. Isto proporcionou a quem cá vive um recanto de história incrível. A torre da igreja mantém-se mas a parte central não existe, por isso tudo o que resta são ruínas lindíssimas. Este edifício encontra-se no meio do que é agora uma das partes mais modernas da cidade, o que lhe dá um charme extra e fá-lo ainda mais sereno e tranquilo.

É, segundo a Marta, o melhor parque de Londres (porque tem pelicanos residentes). Fica mesmo em frente ao Palácio de Buckingham e termina junto de Downing Street. Tem um lago gigante e por isso tem imensas espécies de patos e pássaros no geral. Ah, e PELICANOS! Tem vista bonita :)

St. Pancras

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Estação de comboios construída em 1868 com uma fachada impressionante. Daqui saem comboios para Paris, Amesterdão, Bruxelas, etc. Fica mesmo ao lado da estação de comboios de King’s Cross, onde se encontra a famosa plataforma 9 3/4 dos livros do Harry Potter.

O Tate Britain é o irmão mais bonitinho do Tate Modern. Enquanto que o Tate Modern é virado para arte contemporânea a moderna, o Tate Britain é o sítio para visitar quando se quer ver arte clássica. Tal como o museu irmão, é possível fazer visitas guiadas de 45 minutos totalmente grátis, indo apenas ter a um ponto de encontro específico no museu às horas que eles dizem. O edifício em si também é muito bonito e talvez a jóia da coroa seja uma das salas da galeria, que tem as paredes repletas de quadros, como acontecia antigamente em galerias de arte. Vale super a pena e a entrada é, como de costume, grátis =)

Notinha: não há muitos sítios para comer à volta por isso tenham isso em atenção no planeamento.

Museu de Arte Moderna de Londres, irmão do Tate Britain, mais virado para arte clássica. É o museu mais visitado da cidade e tem uma grande coleção de obras contemporâneas. Tem tours grátis a cada hora mais ou menos, com diferentes temas. É só ir ter a um ponto de encontro específico no museu e esperar pelo guia. Já fui a alguns e valeram muito a pena. Têm a duração de 45 minutos: Tours Grátis. A entrada é grátis, excepto exposições temporárias específicas. Inicialmente usado como estação eléctrica, o edifício situa-se junto ao rio e é enorme. Diferentes andares têm diferentes temas.

The Alchemist

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“The Alchemist” é uma cadeia de bares de cocktails inspirados em experiências químicas. Em todos eles, o ambiente é convidativo e apropriado ao tema. Os cocktails, embora um bocado mais puxados a nível de preço, são sempre uma surpresa engraçada e muito originais.

Mais um dos incríveis bares de cocktails que a cidade tem para oferecer. Por fora é fácil passar despercebido e não dar a entender o que o interior tem. Dentro tem um ambiente bastante selecto e de alquimia.

Tonkotsu Stratford

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Das poucas vezes que vamos comer fora pela zona de Stratford, acabamos a maioria delas por ir ao Tonkotsu Stratford. É o sítio perto de nossa casa que costumamos recomendar para comer fora. É um restaurante de ramen com uma boa seleção de pratos. O espaço é muito bonito e a staff prestável - qualquer dúvida/conselho que precisem costumam ajudar. O ramen Tonkotsu e o de Cogumelos costumam ser os favoritos assim como o gelado de guiness e mochis para sobremesa.

Tower Bridge

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Muitas vezes confundida com a London Bridge, a Tower Bridge é a ponte mais conhecida da cidade. Tem duas grandes torres ligadas por baixo e por uma passagem na parte de cima. A plataforma da ponte levanta-se para deixar os barcos passar, mas a maior parte das vezes é possível atravessá-la sem problema. Aparentemente também é possível visitar o monumento em si (cerca de 16£ por adulto) mas nenhum de nós foi ainda por isso não sabemos se vale a pena ou não. Ao que parece, é possível visitar as duas torres, bem como fazer o percurso no tabuleiro superior, que tem um chão de vidro.

A praça central de Londres, sempre cheia de gente, com a Nelson’s Column ao meio e os quatro leões de bronze na base — onde toda a gente trepa para a fotografia da praxe. Tem duas fontes e, num dos cantos, o Fourth Plinth, um pedestal que ficou vazio durante mais de um século e que hoje serve para expor obras de arte contemporânea que vão rodando de tempos a tempos.

A National Gallery fica mesmo no topo da praça e a National Portrait Gallery logo ao lado, por isso é fácil juntar tudo. A Leicester Square também é ali ao virar da esquina. Para fotografias, ao início da manhã ou ao fim da tarde apanha-se a praça com melhor luz e menos gente.

V&A

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O V&A - Victoria & Albert Museum - é capaz de ser um dos museus mais subestimado e mais incrível de Londres. Fica situado no quarteirão dos museus, mesmo ao lado do Museu de História Natural e do Museu da Ciência. É um museu bastante completo e variado. Abroda diferentes países e culturas e vertentes artísticas também (moda, escultura, fotografia, pintura, etc.). Vale a pena perder-se algum tempo neste sítio e, é bastante popular e pode ter fila, especialmente nas exposições temporárias — se der, vai durante a semana de manhã. A entrada é gratuita, apenas exposições temporárias específicas é que são pagas.

Museu pouco conhecido na zona central da cidade mas com tanto para ver! A entrada é grátis e trata-se de uma enorme coleção de arte privada que eventualmente abriu ao público. As salas são lindíssimas e a variedade é imensa, desde quadros a armaduras e loiça.

Pub bastante central com origens e inspiração irlandesa. O que o torna especial é o interior todo de madeira e bastante complexo. É bastante grande, tem 4 bares dentro, e um pouco labiríntico, mas sendo tão diferente e original é giro explorar.

Dos maiores shoppings da Europa, tem dois hotéis e um casino no interior. Tem imeeeensas lojas de retalho e está sempre cheio de gente. Por ser sempre uma confusão não recomendamos mas ficam a saber que, se precisarem, este sítio existe, já que fica a menos de 5 minutos a pé de nossa casa. Ah, e praticamente não tem rede lá dentro por isso se quiserem ir a uma loja específica pesquisem antes ou peçam-nos o mapa.

*temos mapa

A igreja onde os reis e rainhas de Inglaterra são coroados desde 1066, e onde também acontecem casamentos e funerais reais. Por dentro é impressionante e tem uma quantidade absurda de história: está cheia de túmulos de monarcas e há o Poets’ Corner, com Chaucer, Dickens e companhia, e o Scientists’ Corner, onde estão enterrados Newton, Darwin e Hawking. Conta cerca de 1h30 a 2h para ver com calma.

A entrada custa £31 por adulto e inclui audioguia; compra online, é mais barato e garante a hora de entrada. Aberta a turistas de segunda a sábado (fecha cedo ao sábado e está fechada a visitas ao domingo, reservado para os serviços), com a primeira entrada às 9h30 a ser a mais calma. Tal como na Catedral de São Paulo, podes entrar de graça assistindo a um serviço religioso, sendo o Choral Evensong o mais bonito. Fica mesmo ao lado do Big Ben e das Casas do Parlamento, por isso vê-se tudo no mesmo passeio.

Uma livraria em segunda mão instalada numa barcaça holandesa dos anos 20, atracada permanentemente no Regent’s Canal em Granary Square, a poucos minutos de King’s Cross. É tão charmosa quanto parece. O espaço é pequeno e apertado, a seleção é boa, e há regularmente sessões de música ao vivo e eventos literários no deck. Cuidado para não bateres com a cabeça!

Este pub é uma pequena pérola. Num recanto escondido na zona de Blackfriars, é um pub fundado em 1538 e reconstruído depois de ter ardido no grande fogo de 1666. Na entrada tem uma lista de nomes dos seus clientes mais famosos, incluindo os escritores Charles Dickens e Mark Twain. Por dentro é bastante espaçoso e os empregados são muito simpáticos. Durante o inverno eles acendem as fogueiras, o que torna o sítio bastante acolhedor.